Filosofia Educacional

A Instituição betelina existe com o propósito de formar vocacionados nos âmbitos do conhecimento do caráter cristão e da prática ministerial (pastoral e missionária). Sendo assim, são amplos os nossos esforços por forjar “obreiro aprovado, que não tem de que se envergonhar que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15).

 Para isso , a instituição dá ênfase a vida devocional do aluno, a sua prática ministerial (através do Estágio) e ao despertamento e ação missionária(através do Centro Acadêmico de Missões – CENAM). Como resultado dessa filosofia educacional, formamos cerca de três mil alunos, oriundos das distintas denominações evangélicas, que se encaminharam para atuarnos mais diversos ministérios em campos nacional e transcultural.

 Reafirmando nossa identidade institucional e nossos valores, buscamos as seguintes virtudes necessáriaspara manter a nossa filosofia de trabalho:

Cultura de dependência de Deus – As nossas competências e habilidades devem estar submetidas à ação do Espírito Santo. Devemos depender de Deus para agir na prática ministerial (uso dos dons e talentos), para seguir a direção que o Espírito deseja dar à obra que colocou em nossas mãos, para decidir acerca da vida familiar e da nossa subsistência (provisão do salário e das necessidades básicas da vida). Devemos permitir que o Deus Soberano dê os contornos da nossa vida pessoal e ministerial e obedecer-lhe em tudo (Fl 2.5-8; At 20.24). Duas virtudes são necessárias para mantermos essa postura: humildade e obediência.

Cultura da abnegação – Servir doando-se a si mesmo pelo bem comum, em espírito de cooperação e solidariedade. O coração voluntário faz servir desprendidamente, sem buscar interesses pessoais nem vantagens terrenas, fazendo tudo por causa do Amor e motivado exclusivamente por ele, compadecendo-se do pobre e do necessitado, com desejo supremo de tornar concreto o amor divino (2Co 5.14; 1Co 13). O dom e virtude imprescindível à cultura da abnegação é o amor.

Cultura da formação – Possibilitar e acompanhar o crescimento espiritual e o amadurecimento psíquico, social e cultural dos betelinos. A nossa marca é a ênfase na formação do caráter de Cristo na vida de cada um (Gl 4.19; Cl 2.6-7). Nem a imaturidade nem a ignorância espiritual nem o analfabetismo bíblico condizem com a nossa cultura, porque a prática da Verdade e a interação da Palavra escrita com a Palavra vivida é que produzem o comportamento e estilo de vida segundo o padrão bíblico e a ética cristã. SER seguidor do Cristo e VIVER como ele viveu é o modelo encarnacional do Cristianismo autêntico (Fp 4.9; Cl 1.9-10; At 20.18). Uma atitude indispensável para seguirmos e alcançarmos essa meta é o compromisso.

Cultura da unidade – Respeitar as diferenças denominacionais, as diversidades culturais e estruturais e aceitar opiniões divergentes. O Senhor Jesus veio estabelecer a sua Igreja – pessoas remidas pelo seu sangue, criadas de novo pelo agir renovador do Espírito Santo. Só a confissão consciente dessa verdade e uma postura que valoriza a fraternidade e a convivência da família cristã tornam-nos capazes de quebrar as barreiras e superar as diferenças. É necessário priorizar o Organismo vivo à organização humana, o Reino de Deus ao reino dos homens, a unidade do Corpo de Cristo às demandas externas de usos e costumes, procurar ser um com Cristo, cabeça da Igreja, como ele é um com o Pai (Jo 17.11, 21-23). Uma visão indispensável para seguirmos e alcançarmos essa meta é ter a visão da igreja como Corpo de Cristo e expressão do Reino de Deus.

Cultura da responsabilidade com a evangelização mundial e com o exercício da missão integral da Igreja – A Grande Comissão sempre foi o lema ideal, o objetivo da nossa mais alta aspiração e a ação consistente do Betel Brasileiro, uma das únicas escolas do mundo que conseguiu unir o corpo administrativo, o corpo docente e o corpo discente na tarefa da evangelização em comunidades carentes e grandes centros, dentro e fora do Brasil. Envidou tal esforço sempre em busca do perdido, no cumprimento de fazer discípulos de todas as nações e estabelecer a plantação de igrejas, que possibilitasse a comunhão dos irmãos, o crescimento dos salvos e a expansão do Reino de Deus na expressão de uma igreja saudável (Mt 28.18-20; 1Ts 1.5-7), usando diversificadas estratégias e formas de cumprir a missão, contextualizando o Evangelho em cada cultura de modo relevante. Sem medir esforços, prontos até ao sacrifício, provou ter o espírito missionário e desbravador. No compromisso de cumprir a missão integral, antes mesmo do Pacto de Lausanne, o Betel Brasileiro chega às cidades, vilas e aldeias, para fundar escolas e assistir as comunidades carentes com programa de alfabetização de adultos, procurando causar transformação (Mt 25.31-46), promovendo “o Evangelho todo para o homem todo e para todos os homens.” Uma postura necessária: consciência da Missão de Deus (Missio Dei).

Cultura do compromisso com a Verdade divina no estudo, na pregação e no ensino da Escritura Sagrada – O conhecimento profundo e substancial da Bíblia tem que ser relevante em nossa dinâmica de trabalho. Como o escriba Esdras, devemos possuir a disposição para buscar, estudar, cumprir e ensinar a Palavra de Deus (Ed 7.10). Devemos firmar o compromisso de ser fiéis a toda revelação escriturística e ensinar todo o desígnio de Deus (At 20.20, 27; 2Tm 4.1- 2), dedicar-nos a diversos tipos de literatura, estar atentos ao desenvolvimento cultural de nossa época, conhecer os princípios de interpretação bíblica para fazer uma exegese pura da Verdade, e não abrir mão da meditação diária, apegando-nos ao texto com amor e zelo (Js 1.8). Compromisso assumido com a Verdade bíblica como regra de fé e conduta.

Cultura da operosidade da Fé – Cristianismo é a prática da fé, é a maneira de viver aquilo que confessamos,a coragem de posicionar-nos diante dos desafios da pós-modernidade e das vicissitudes da vida, a posse das promessas de Deus para a vida pessoal e comunitária, a expressão da fé em obras e ações e a validação das verdades divinas nas fraquezas e necessidades humanas (Tg 1.5-8; 2.7-18). Para cumprirmos a cultura da operosidade da Fé, é necessário possuir uma fé prática.

Cultura da oração – Ter a oração como disciplina espiritual e prática prioritária da vida cristã, desenvolver modelos e programas de oração e se envolver com os movimentos de oração ao redor do mundo (1Ts 5.17). Atitude necessária: desenvolver um espírito de oração.

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